Brasileiras criam biotinta para impressão 3D de tecido nervoso

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) estão desenvolvendo uma biotinta – uma tinta biológica – capaz de produzir tecidos neurais que simulem o cérebro humano, permitindo o estudo mais preciso de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer.

A biotinta será usada em uma bioimpressora 3D, que imprime diversas camadas até formar uma estrutura semelhante a um tecido ou órgão. Essa tecnologia tem sido testada por diversos grupos de pesquisa no mundo. No futuro, espera-se que esses tecidos e órgãos sintéticos possam ser usados em transplantes.

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