O Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, descobriu recentemente uma técnica inovadora que produz tecidos a partir do sangue do paciente, que combina células-tronco e impressão 3D eliminando o risco de rejeição. Segundo o pesquisador Ernesto Goulart, a inovação de tal pesquisa está no método utilizado para imprimir células hepáticas de um mesmo doador a partir de células IPS, que são células tronco pluripotentes induzidas. A técnica tem capacidade de produção de no máximo 90 dias e podem ser usadas em transplantes, esta também pode ser usadas em grandes escalas com facilidade, entretando, ainda está em desenvolvimento para que haja um aprimoramento até os possíveis ensaios clínicos. 

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